Educação financeira

Panorama de Investidor Brasileiro

Saiba mais sobre o perfil médio do investidor brasileiro, qual o seu comportamento e em que tipo de aplicações investe.

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por Aline Saes

Publicado em 09/06/2021

Entenda o comportamento do investidor brasileiro

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Sabemos que o cenário econômico é um fator que está em constante modificação em todos os países, e que isso influencia diretamente em como é o perfil de investimentos médio das pessoas. 

Atualmente, com todas as questões que afetam a renda e o trabalho dos brasileiros, a economia tem sido grandemente atingida. Mas isso não parece ter alterado outro movimento que está crescendo no Brasil: o número de pessoas que começam a investir.

Assim, analisando como está o perfil do investidor brasileiro nos últimos tempos, percebe-se que cresceu o número de investidores na B3 em 2020. Mas o que é a B3? Essa é a denominação da Bolsa de Valores oficial do Brasil, com sede em São Paulo. 

O número de pessoas que investem na Bolsa de Valores chegou a 3 milhões em setembro de 2020.Ou seja, o que se observa é que há uma grande movimentação do investidor brasileiro para o mercado de ações na bolsa de valores, para a renda variável. 

Para entender corretamente de que maneira esse aumento de investimentos em ações ocorreu, que tal começarmos pensando em como foi o panorama do mercado de investimentos no Brasil em 2020?

Sabemos que ano passado foi um dos mais difíceis das últimas décadas para a economia, comparável a outros momentos de grandes mudanças e catástrofes na sociedade. Nesse contexto, o Brasil se encontrou entre os que mais perderam investimentos em 2020, muito acima da média dos demais países da América Latina.

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Investidores na Bolsa de Valores

Assim, apesar do crescimento no número de pessoas que investem na Bolsa em 2020, o percentual de pessoas que investe ainda é muito pequeno em relação ao total da população brasileira: apenas 1,4%.

Porém, para compreender melhor quais são os fatores que influenciam todo o cenário econômico brasileiro, é preciso entender mais sobre a taxa Selic. Pois, essa é a taxa básica de juros da nossa economia, que se manteve a 2% ao ano através de decisão do Banco Central do Brasil e seu Comitê de Política Monetária.

Dessa forma, os investimentos de renda fixa, como o Tesouro Selic, a Poupança e os Certificados de Depósito Bancário (CDBs), passaram a render menos. Em suma, os ativos de investimentos da renda fixa passaram a render apenas 1,4% ao ano.

E assim chegamos à questão seguinte de nosso panorama sobre o investidor brasileiro: como ficou o cenário econômico no Brasil para o mercado de investimentos? Continue lendo, pois, iremos lhe explicar com mais detalhes a seguir. 

Quando investir na bolsa de valores?

Você deseja iniciar os seus investimentos na bolsa de valores? Separamos um conteúdo especial para que você entenda quando e como realizá-los. Confira a seguir.

Cenário econômico e o mercado de investimentos

Como dissemos, a taxa Selic é um dos indexadores que mais influencia diretamente a economia brasileira. A maioria dos investimentos do Brasil utilizam a Selic como referência, por ser a taxa básica de juros da economia. Porém, é preciso pensar a Selic em relação a outro fator econômico: a inflação.

Como o Banco Central brasileiro estava mantendo a taxa Selic a 2% ao ano, os investimentos de renda fixa obtiveram uma rentabilidade de apenas 1,4% ano. Mas, é aqui que entra a questão da inflação.  

No mesmo período de 2020, a inflação estava acumulada em 3,92%, segundo o IBGE. Dessa forma, os ativos de renda fixa obtiveram rentabilidade abaixo da inflação. As pessoas que investiam em títulos da renda fixa, por sua vez, acabaram perdendo o poder de compra ao longo dos anos.

Os investimentos que o Brasil recebia do exterior também tiveram uma forte queda em 2020, afetando fortemente a economia do país. Além de todo esse cenário econômico, o fato do dólar ter ficado em alta durante todo o ano de 2020 também dificultou a rentabilidade dos investidores brasileiros. 

Mas quem são estes tais investidores brasileiros? De maneira geral, pode parecer que os investidores brasileiros seguem um único perfil. No entanto, sabemos que não é bem assim.

Existe um perfil da pessoa brasileira média que investe em ativos. E é justamente sobre este perfil de investidor que nós iremos conversar na sequência.

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Perfil do investidor brasileiro

O perfil do investidor brasileiro, como mencionamos, pode ser bastante variado. Temos aqueles mais propensos a arriscar e aqueles que são avessos ao risco. Na média, portanto, temos um perfil mais conservados. Ou seja, alguém que prefere garantias de maior segurança mesmo que isso signifique rendimentos menores.

Portanto, os investidores preferem uma carteira com títulos de renda fixa, e muitas ainda mantém suas reservas financeiras na Poupança, apesar de não ser mais rentável há tempos. Assim, ativos como Tesouro Selic, CDBs, Poupança e demais investimentos de renda fixa ainda são aqueles mais buscados no Brasil.

É importante ressaltar que esse perfil obteve muita influência histórica e sócio-econômica, por conta da realidade financeira dos brasileiros moldados também por processos culturais. Uma realidade de insegurança financeira, com incertezas econômicas ainda mais profundos a partir de 2020, com a pandemia provocada pelo COVID-19.

Assim, para que você conheça de forma ainda mais aprofundada como é o perfil médio do investidor brasileiro, iremos trazer alguns dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

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Dados gerais do investidor brasileiro

Assim, segundo esses dados, basicamente a pessoa média que investe no Brasil é:

  • É do gênero masculino;
  • Pertence à classe C;
  • Tem renda mensal de R$ 5,6 mil;
  • Mora na região Sudeste;
  • É casado;
  • Tem uma média de 43 anos;
  • Trabalha e tem atividade remunerada, em sua maioria com carteira de trabalho, seguido por aposentados, freelancers, autônomos e funcionários públicos;
  • Vai até o banco pessoalmente para fazer suas aplicações, em detrimento das plataformas online e aplicativos;
  • Ainda prefere a poupança como produto financeiro favorito;

Então, podemos ver a partir destas informações como esse perfil ainda encontra vários problemas em relação ao panorama atual. Por exemplo, em questão de gênero ainda é muito alarmante o quanto a maioria das pessoas que investem ainda são homens.

Além disso, são pessoas mais conservadoras e que não se arriscam tanto na renda variável. E isso se reflete também no trabalho, ja que majoritariamente o investidor médio brasileiro possui carteira assinada e é assalariado. Mas também o conservadorismo nos investimentos está na preferência por realizar as aplicações pessoalmente no banco, e não através de plataformas digitais. 

Porém, isso está obrigatoriamente começando a mudar, com a entrada de pessoas mais jovens no mundo dos investimentos. Também, o contexto de pandemia dificultou que as pessoas fossem pessoalmente ao banco aplicar, e beneficiou o mercado dos investimentos digitais.

Dessa maneira nasce o perfil dos investidores digitais. Mas o que caracteriza esse novo tipo de pessoas que investe no Brasil? Pois, continue conosco, que vamos lhe explicar logo abaixo.

Investidores digitais

Em relação ao perfil geral médio de quem investe no Brasil, o perfil dos investidores digitais começa a se diferenciar bastante. Assim, quem entra nessa categoria são aquelas pessoas mais jovens, que usam a internet para aproveitar facilidades em sua organização financeira de maneira geral.

Então, para você entender um pouco mais do perfil de investidor digital, confira a lista que reunimos para você a seguir:

  • Alguém que se enquadre no perfil de investidor digital será mais jovem,  com uma média de 38 anos;
  • Possui maior poder aquisitivo, pertencendo à classe B, com renda média mensal em torno de R$ 7,4 mil;
  • Há queda na preferência pela Poupança, com a preferência seguinte em relação aos ativos financeiros sendo: fundos de investimentos, títulos privados, planos de previdência, títulos públicos e ações.

Assim, observe como mesmo entre as pessoas que investem de maneira digital e são mais jovens, aqueles que se arriscam na renda variável com ações ainda são poucos. Mas, como dissemos anteriormente, este cenário está começando a mudar.

E isso tem como motivos o maior acesso à educação financeira que a internet está proporcionando. Por exemplo, as pessoas conseguem encontrar blogs especializados em finanças, artigos explicativos, cursos online e grandes nomes que fomentam a educação financeira no Brasil pela internet produzindo conteúdo digital.

Instituições apostam na educação financeira

Além disso, as próprias instituições financeiras estão apostando na educação financeira como forma de atrair uma maior cartela de clientes para suas plataformas digitais de investimentos. Então, praticamente todas as instituições financeiras disponibilizam blogs para levar informação sobre finanças e investimentos às pessoas e a seus clientes.

Assim, muitas fintechs se consolidaram no Brasil oferecendo diferenciais em suas contas digitais relacionadas a rendimentos automáticos, transformando o saldo do cliente em um ativo de investimentos. Em geral, girando em tordo da rentabilidade do CDI.

Portanto, as pessoas estão se familiarizando mais com o mercado financeiro e com o mundo dos investimentos. Então, é preciso continuar investimento mais em educação financeira, e criando segurança nas pessoas para conseguirem investir em aplicações mais ousadas e com melhores rendimentos.

Mas para entender melhor como é o cenário dos investidores no Brasil, que tal fazermos algumas comparações com países vizinhos, da própria América Latina? Então, não deixe de ler o que preparamos para você a seguir.

Brasil vs América Latina 

Em suma, a partir de uma pesquisa que leva em consideração a modalidade em Venture Capital, o comparativo entre os investimentos dos brasileiros é positivo em relação à América Latina. Assim, segundo esse estudo, o Brasil ainda é um líder em relação ao mercado de investimentos na América Latina toda, com cerca de 7,7 milhões de reais em investimentos Venture Capital no país.

Por exemplo, ao comparar os investimentos recebidos por startups de países vizinhos, chegou-se à conclusão de que o Brasil possui um mercado gigantesco para o nicho dos investimentos. Dessa forma, o olhar estrangeiro para o potencial dos investidores brasileiros é muito grande, assim como o de empreendedores de fora.

Assim, nos últimos 8 anos o volume de investimentos no Brasil pela Venture Capital aumentou quase 10 vezes, e cada vez com maior capital investido na corretora. Dessa forma, a empresa relata que o comportamento do investidor brasileiro começa a se aproximar do comportamento de investidores dos Estados Unidos, por exemplo.

Porém, o volume de capital transacionado nos Estados Unidos ainda é cerca de 100 vezes maior do que o do Brasil. Mas não é um cenário para desanimar, principalmente em comparação com seus vizinhos da América Latina. 

Fintechs e empresas de tecnologia em pagamentos

Por exemplo, o Brasil representa mais de 50% do número de transações de investimentos na América Latina. Enquanto países como a Argentina representam apenas 8,7%, e o México cerca de 20,7%.

Já em relação ao capital em milhões dólares que é movimentado em investimentos, o Brasil possui 76% do total da América Latina. Assim, países como México possuem apenas 7,5% desse total, e a Argentina apenas 1,3%. Então, há uma monumental diferença, quase um abismo nesse sentido em relação aos nossos vizinhos latinos.

Assim, todo esse potencial acaba atraindo investimentos e empreendedores, ocasionando o grande número de nascimentos de fintechs e empresas de tecnologia em pagamentos – como Nubank, PagSeguro, Banco Inter, etc.

Então, agora que você já sabe como está o perfil de investimentos do Brasil em relação à América Latina, que tal entender mais especificamente de que formas você pode se tornar mais uma pessoa que investe? Pois, continue lendo e descubra mais sobre as diferentes modalidades de ativos de investimentos que existem para você!

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Investimentos em renda fixa

Como dissemos, a maioria dos investidores brasileiros ainda se sente mais inclinado a colocar seu capital em ativos do tipo Renda Fixa. Mas o que é isso?

Bem, como o nome já diz, esse tipo de ativos financeiros garante ao investidor uma rentabilidade fixa. Ou seja, não há flutuação grande e nem riscos em investir nesse tipo de ativo. Pois, a rentabilidade daquele produto financeira já está fixada e pode ser conferida pelo investidor antes mesmo dele investir valores.

Além disso, há a segurança do Fundo Garantidor de Investimentos (FGI). Então, como o nome já entrega, esse fundo visa proteger e garantir que independente do que ocorra com a empresa que emitiu os títulos em que você aplicou, você terá seu dinheiro e sua rentabilidade na Renda Fixa garantidos. E o valor da sua rentabilidade está seguro até o teto de 250 mil reais.

Por exemplo, o CDB é basicamente um ativo do tipo Renda Fixa. E é um dos mais populares no Brasil junto com o Tesouro Direto e a Poupança. Então, vamos entender mais sobre ele?

Ativos de renda fixa

Primeiro, entenda que os ativos de renda fixa principais são:

  • CDB;
  • Fundos;
  • Letras de Câmbio;
  • LCI e LCA;
  • Tesouro Direto;
  • CRI e CRA;
  • Debêntures.

Assim, os investimentos em Renda Fixa são basicamente títulos públicos ou privados, sçao empréstimos para estas instituições. Ademais, para cada tipo de ativo de investimentos na Renda Fixa existe a opção de Pré-fixados e Pós-fixados.

Mas para se decidir entre Pré ou Pós-fixado, é preciso lembrar que o Pré-fixado é mais previsível, enquanto o Pós-fixado vai depender da variação de um índice econômico, como o CDI. Mas de maneira geral, como ambos são ativos da modalidade de Renda Fixa, eles serão seguros e práticos. Já que estarão com proteção do Fundo Garantidor de Investimentos (FGI).

Investimentos em renda variável

Já no caso dos investimentos em Renda Variável, estamos falando dos ativos negociados diretamente na B3, ou seja, na Bolsa de Valores. Assim, como o nome já entrega, com a renda variável não hpa estabilização da rentabilidade de acordo com uma previsão fixa.

Portanto, o retorno que aquele ativo de investimentos trouxe no passado jamais será uma garantia de rendimentos no presente e futuro. É nessa categoria que entram as ações de empresas, que têm seu valor e rentabilidade influenciados por diversos fatores, como o cenário político e externo, em geral.

Dessa maneira, os investimentos em renda variável irão exigir mais estudo e conhecimentos em educação financeira. Pois, caso você faça um investimento sem muita reflexão, pode vir a perder todo o seu capital rapidamente.

Então, entre as opções de renda variável, temos:

  • Ações;
  • Contratos futuros;
  • Commodities;
  • Opções;
  • Fundos de Investimento Imobiliário;
  • ETF;
  • COE.

Mas que tal nos aprofundarmos um pouco mais nos investimentos de renda variável no mercado de ações? Então, continue conosco e confira mais a seguir!

Investimentos em ações

Como buscamos demonstrar até agora, cada vez mais as pessoas estão entrando para o universo dos investimentos. Porém, ativos de médio e alto risco como o mercado de ações ainda permanecem pouco explorados pela maioria dos brasileiros que investem.

Pois, muitas pessoas ainda pensam que investir na Bolsa de Valores é uma coisa muito complicada e acessível apenas aos especialistas e investidores experientes com grande capital disponível. Mas não é bem assim!

Então, a depender da empresa que você escolher, já é possível começar a investir em ações com apenas 1000 reais. Assim, o que mais é indicado é iniciar seus investimentos formando uma reserva de emergência com a Renda Fixa. Em seguida, pode começar a variar sua carteira de investimentos com a Renda Variável, sempre lembrando de estudar bastante sobre os ativos e educação financeira, no geral.

Assim, para facilitar o seu entendimento, vamos falar um pouco mais sobre o panorama das ações que foram as mais procuradas em 2020 na XP Investimentos. 

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Top ações procuradas em 2020 na XP Investimentos

Ao final de 2020, há uma queda do percentual de investidores brasileiros com interesse em aumentar seus investimentos em renda variável. Mas a maioria ainda pretendia manter seus investimentos nesse tipo de ativos financeiros.

Além disso, há um alto interesse em investimentos internacionais, com os fundos imobiliários, multimercados e de renda variável em destaque. Assim, houve uma propulsão da Bolsa de Valores em 2020, por conta da liquidez global, enquanto os grandes riscos ao final de 2020 estavam na desaceleração da economia global por conta da pandemia, além de uma possível guerra comercial entre EUA e China.

Então, entre as ações que foram mais procuradas em 2020 na XP Investimentos, podemos citar:

  • Banco do Brasil;
  • Gerdau;
  • Vale;
  • B3 (Bolsa de Valores);
  • Vivara;
  • Tenda;
  • Via Varejo;
  • Petrobras;
  • Locaweb;
  • Omega.

Mas, com todas essas informações sobre o panorama de invertidos brasileiro, que tal você começar a entender como começar a investir o seu dinheiro também? Então, continue conosco e confira nossas dicas a seguir.

Como começar a investir?

Para muitas pessoas, começar a investir dinheiro pode parecer um bicho de sete cabeças. Mas não é bem assim! Basicamente, para que você comece a investir será necessário ter um comprometimento com você e seu futuro.

Pois, somente com bons objetivos e metas financeiras definidas em sua mente você poderá criar uma boa estratégia e começar a investir. Portanto, reserve um tempo para você sentar e anotar tudo o que pretende alcançar em sua vida, seja uma casa própria, viagens, estudos, empreender, etc.

Após isso, é interessante dividir seus objetivos da seguinte maneira:

  • Curto prazo: duração entre 1 a 2 anos, as metas financeiras de curto prazo em geral envolvem juntar dinheiro para metas mais facilmente alcançadas, como uma viagem de férias, pagar um curso, etc.
  • Médio prazo: metas para um período de 3 a 10 anos, em que você pode estipular objetivos que demoram um pouco mais de tempo, como quitar suas dívidas mais caras, pagar seu financiamento estudantil e outros tipos de empréstimos pendentes.
  • Longo prazo: com um período de mais de 10 anos investindo, você pode colocar como metas a compra de bens de alto valor, como imóveis, ou mesmo começar a viver somente de renda passiva.

Então, com suas metas definidas é hora de pensar em qual é o seu perfil de investidor: conservador, moderado ou agressivo. 

Estratégia de investimento

Pois, de acordo com esse perfil você poderá escolher qual estratégia de investimentos irá seguir, quais tipos de ativo irá comprar: com maior rico, na Renda Variável ou com menor risco, na Renda Fixa? Ou então, uma cartela de investimentos mais variada com ativos de ambos os tipos?

Por exemplo, um perfil mais conservador de investidor irá iniciar na renda fixa com Tesouro Direto, CDBs, fundos de investimentos, poupança, etc. Porém, um investidor moderado irá começar a investir em renda variável de risco médio, enquanto o perfil mais agressivo irá se arriscar com ações de alto risco.

Por último, escolha uma boa corretora de investimentos para confiar o seu dinheiro! Pesquise os tipos de ativos de investimentos que cada corretora e instituição financeira oferecem, assim como os serviços de atendimento e suporte ao cliente, benefícios oferecidos, etc.

E lembre-se: não é preciso ter muito dinheiro para começar a investir! Porém, é preciso sim ter alguns cuidados antes de começar, para que não acabe em alguma situação difícil.

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Quais os cuidados antes de começar a investir dinheiro?

Primeiramente, é muito interessante que você aprenda a investir dinheiro e escolha seus investimentos corretamente. Pois, como dissemos, a educação financeira irá fazer toda a diferença na hora de criar uma estratégia de investimentos em sua carteira.

Assim, procure se inteirar sobre os ativos de renda fixa e variável. Por exemplo, você pode saber mais se vale a pena investir em Renda Fixa em 2021 ou sobre como investir de modo recorrente em cada tipo de ativo. 

Para quem está começando, nossa dica é que vale a pena investir em CDB com liquidez diária para uma reserva de emergência. Portanto, saiba mais sobre os diferentes tipos de CDB, além de se inteirar sobre o que é LCA, LCI e como investir nesse tipo de ativo de renda fixa.

Além disso, você deve estar se perguntando: quanto preciso para começar a investir? Basicamente, isso irá depender de qual o tipo de ativo de investimentos que você pretende escolher. Pois, alguns, como o Tesouro Direto, possibilitam que você comece com apenas 30 reais.

Então, não deixe de buscar e conferir algumas dicas de como economizar dinheiro para investir. Assim, poderá aumentar seu capital disponível para os ativos de investimentos, e conseguirá variar bastante a sua estratégia para começar a investir do zero em 2021.

Ademais, não se esqueça de que é preciso saber também quais ações não comprar, principalmente em nosso atual período de crise econômica, certo? Mas claro, o primordial é entender qual aplicação financeira rende mais, conforme o seu perfil de investidor.

E além de tudo, caso você seja menor de idade ou esteja pensando em começar uma carteira de investimentos para seu filho, saiba que existem sim, investimentos para menores de idade, mas é preciso ter mais cuidado com esse tipo de estratégia financeira, ok? 

Qual o melhor investimento a longo prazo?

Tudo o que você precisa saber sobre investimento a longo prazo está aqui. Esse é o conteúdo mais completo que você vai encontrar sobre o tema! Leia o artigo e descubra.

Sobre o autor

Aline Saes

Mestre em História Social pela USP, com ênfase em História das Mulheres. É escritora autônoma para variados nichos desde história e finanças, até beleza e saúde. Sempre apaixonada pela escrita, tem como missão levar informação para as pessoas de forma simples e atrativa. Vê a importância em saber mais sobre a sociedade e tudo que nos cerca.

Revisado por

Tathiane Mantovani

Editor(a) sênior

Em Alta

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