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Conheça o FaceApp: editor facial para fotos

Você conhece o aplicativo FaceApp? Embora seja muito divertido, ele também esconde riscos à sua segurança. Clique aqui e saiba mais!

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Inteligência artificial para edição da face

Antes de mais nada, saiba tudo sobre o FaceApp. Fonte: Pexels.
Antes de mais nada, saiba tudo sobre o FaceApp. Fonte: Pexels.

Se você pegou a febre no FaceApp, o aplicativo que retratava você no gênero oposto, com certeza vai se interessar pelo artigo de hoje!

A incrível e divertida transformação que o app ofereceu, inundou uma grande onda de pessoas e até mesmo celebridades. Em meio a isso, milhares de posts circularam pelas redes sociais.

No entanto, por mais atrativo que pareça, o aplicativo também surgiu com rumores de perigo, quando se tratava de segurança e preservação de dados pessoais.

Já imaginou estar aproveitando um jogo ou qualquer outro app, enquanto recolhem e usam suas informações?

Entenderemos todos esses pontos hoje. Vamos lá!

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O que é e como funciona o FaceApp?

De antemão, o FaceApp é um aplicativo de mudança facial, com foco no entretenimento. Em outras palavras, o aplicativo oferece funções para que sua foto se transforme em uma versão oposta de seu gênero ou até mesmo te envelheça, por exemplo.

Este aplicativo está disponível para download em dispositivos Android e iOS, com uso simplificado. Após instalado, ele já irá detectar as imagens em sua galeria para utilização e edição delas.

Vale dizer que, essas imagens trata-se daquelas que utilizamos geralmente, com foco no rosto de pessoas. Podendo ser selfies ou retratos mais próximos. 

Também é possível logar com o Facebook e utilizar as fotos que já estejam na galeria de sua rede social.

Quais as vantagens de utilizar o FaceApp?

O FaceApp oferece aos usuários uma experiência para lá de tecnológica e engraçada!

Isso porque, através dele, é possível envelhecer as pessoas ou mudá-las de sexo. Resultados que sempre garantem boas risadas! 

O app induz a nossa curiosidade e nos faz interagir por meio do compartilhamento de nossas próprias fotos.

Ao mesmo tempo, o app também traz uma reflexão de que não estamos preparados para lidar com os desafios de privacidade que continuarão a pautar nos próximos anos sobre o limite da internet.

Entenderemos isso mais à frente!

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É seguro utilizar o aplicativo?

Saiba quais são os riscos de usar o FaceApp. Fonte: Pexels.
Saiba quais são os riscos de usar o FaceApp. Fonte: Pexels.

Agora, chegamos na parte de maior interesse: o app é seguro?

Especialistas em segurança digital alertaram que ele pode esconder uma grave ameaça à privacidade. Isso porque esse tipo de aplicativo usa os dados pessoais dos usuários em seu benefício. Lembre-se de que ao fazer o download você concorda em disponibilizá-los.

Dentre esses dados que podem ser coletados e compartilhados estão suas atividades online, ou seja, é possível saber quais páginas foram visitadas, bem como o tempo de acesso de cada uma delas.

Em outras palavras, você está sendo vigiado! Já pensou?

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Qual a política de privacidade do FaceApp?

Conforme citado acima, o app rastreia a maioria das suas informações.

Em síntese, isso ocorre porque, ao fazer download do programa, o usuário é obrigado a concordar com o contrato que os dá permissão de puxar a localização GPS e o endereço IP dos aparelhos telefônicos, bem como guardar tais informações para serem utilizadas no futuro.

Isso quer dizer que, tais informações poderão ser utilizadas sem a nossa vontade, como é o caso da venda para empresas de marketing, que poderão criar anúncios baseados em nossas informações.

Ao aceitar os termos de uso do aplicativo, você concederá a ele a liberação de utilização do seu IP, localização, nome e até mesmo fotos da maneira que entenderem, o que, para nós, soa bem perigoso. 

Por que devo tomar cuidado ao baixar um app?

Posterior a isso, vale lembrar que todo cuidado ao baixar um novo aplicativo é fundamental.

Isso porque, caso você não tome os cuidados necessários na hora de escolher qual app instalar no seu smartphone, você colocará em risco a sua privacidade e, sobretudo, a sua segurança. 

Por isso, listamos os principais cuidados antes de instalar qualquer app em seu celular. Veja só!

Permissões suspeitas

Sempre que aparece termos de uso para nós, é comum aceitarmos sem ao menos ler o que está escrito, correto?

Este é um erro gravíssimo que cometemos! Portanto, para evitar que sua segurança esteja em perigo, lembre-se de analisar o que está sendo pedido antes de conceder ou não as permissões ao app.

Avaliações e reputação

Outro ponto que te ajudará bastante a entender se aquele aplicativo é realmente confiável é consultando as avaliações, notas e comentários que outros usuários deixaram sobre ele.

Assim, será possível ter uma noção sobre a credibilidade do mesmo, para saber se ele irá cumprir com as promessas que faz e para averiguar se a reputação do app é segura o suficiente para realizar o download. Lembrando que, em caso de muitas reclamações e/ou nota baixa, o melhor a se fazer é desconfiar e não realizar o download do app

Atualizações

Por fim, mas não menos importante, manter os apps sempre atualizados é um hábito essencial para garantir a proteção dos aplicativos, do aparelho e dos seus dados.

Afinal de contas, é por meio delas que os sistemas poderão se proteger contra as antigas e as novas ameaças virtuais. Então, sempre que possível, cheque se não há nenhuma atualização para ser feita, ok?

Por fim, entendemos que o FaceApp é um aplicativo com princípio divertido, mas o seu lado perigoso também é válido.

No mais, esperamos que a tecnologia continue desenvolvendo outros aplicativos para o entretenimento, sobretudo, com mais segurança e privacidade.

Ademais, se você quer continuar acompanhando o nosso portal, que tal ler o nosso conteúdo recomendado abaixo.

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Sobre o autor

Maria Luísa Barbosa

Publicitária de profissão e de coração, estudante de RH, mãe de pet, e, nas horas vagas, amante da arte, do esporte e da moda. Prazer, Malu. (:

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Finanças

Como construir uma reserva financeira?

Saiba como construir uma reserva financeira para emergências em quatro passos. Ademais, também descubra quando utilizá-la.

Reserva financeira, qual sua importância?

Em torno de 65% dos brasileiros não se preocupam em construir uma reserva financeira para emergência. E, dentre aqueles que se preocupam em guardar dinheiro, 64% aplicam o montante na poupança, que não é um bom investimento, segundo uma pesquisa do SPC Brasil e CNDL.

Na realidade, segundo especialistas, a caderneta de poupança não é nem considerada um investimento. Assim, não é uma boa opção para construir uma reserva para emergência. Isso porque é possível aplicar o seu dinheiro em investimentos com maior rentabilidade e mais liquidez, ou seja, mais facilidade para resgatar o seu dinheiro.

Enquanto existem investimentos, como alguns tipos de CDB de renda fixa, com liquidez diária, a poupança possui um aniversário de rendimento. Assim, apenas uma vez por mês é possível realizar o saque sem perder a rentabilidade.

Entretanto, o propósito da reserva financeira de emergência, principalmente, é poder sacá-la com liberdade para o caso de revezes financeiros ou outros imprevistos, como uma doença, por exemplo.

Segundo a The Money Magazine, pelo menos 78% das pessoas passarão por algum transtorno ou prejuízo financeiro em algum momento dentro de um período de 10 anos. Assim, você precisa estar preparado para essa janela temporal.

Afinal, é melhor organizar suas finanças pessoais e prepara-se para uma situação financeira difícil a fim de passar por esse momento com mais tranquilidade.

Pensando em lhe auxiliar nesse processo, elaboramos um passo a passo para construir sua reserva de emergência. Siga em frente!

O que é uma reserva financeira?

Primeiramente, precisamos destacar que o valor de uma reserva financeira pode ser diferente para cada pessoa. Basicamente, ela é o momento que uma unidade familiar ou um indivíduo separa para cobrir despesas de emergência. Ou seja, que não estavam previstas no orçamento.

Assim, a reserva de emergência tem o objetivo de te auxiliar a retomar o equilíbrio de suas contas e a tranquilidade financeira durante um período incerto ou difícil.

Dentre os principais motivos para um desequilíbrio financeiro imprevisto, podemos destacar alguns: desemprego, emergência com a saúde, reparos inesperados na casa ou no carro, dificuldades com o próprio negócio (interferindo no pró-labore).

Perceba que qualquer pessoa está sujeita a passar por esse tipo de situação, não é mesmo? Assim, é importante elaborar o seu planejamento financeiro levando em conta o valor necessário para o fundo da sua reserva de emergência.

Por que construir uma reserva financeira?

Conforme mencionamos, a principal função da reserva financeira é para casos de urgência e despesas imprevistas. Muitas vezes, você se depara com situações em que é necessário dispender um valor alto no curto prazo. Uma doença mais séria que precisa de medicamentos ou procedimentos que o seu seguro de saúde não cobre, um acidente, problemas com o carro que envolvam a compra de peças ou conserto, viagens inesperadas por conta do seu negócio própria ou reparos na sua casa que não estavam planejados.

Quem não possui uma reserva de emergência precisará, inevitavelmente, solicitar um empréstimo pessoal. Ou então, utilizar o crédito rotativo do cartão de crédito, que tem juros altíssimos, em torno de 338% ao ano. Ele subiu em torno de 18,5 pontos, segundo dados da Agência Brasil (em novembro de 2019).

A probabilidade de você ficar endividado é alta. Afinal, você não estava esperando a despesa. E, embora a solicitação de empréstimo, a utilização do cheque especial ou do crédito rotativo, pareça uma boa alternativa no curto prazo, a parcela desse crédito também não estava nos seus planos. Portanto, você terá que rearranjar suas finanças pessoais para encaixar esse custo mensal a mais.

Por conta dessa situação, mais de 65 milhões de brasileiros encontram-se com o nome sujo no momento. O que começa como um imprevisto e aparentemente fácil de se resolver, toma proporções inesperadas e você acaba na zona de superendividamento, com dívidas que superam a sua capacidade financeira de pagamento. .

Como construir uma reserva financeira?

Primeiramente, precisamos destacar que o valor da sua reserva, preferencialmente, deve equivaler a 12 meses da sua renda mensal. Ou seja, o necessário para você viver um ano tranquilamente sem a necessidade de renda extra ou a renda mensal que você normalmente teria.

Assim, se você precisa de R$2.000,00 reais por mês para manter suas contas equilibradas e ter uma folga no orçamento, sua reserva financeira deve equivaler a R$24.000,00 reais. Pode parecer puxado economizar dinheiro para guardar esse montante. Contudo, lembre-se de que será muito pior precisar contrair dívidas.

Assim, não espere ter R$24.000,00 reais para criar sua reserva financeira. Ao invés disso, vá economizando uma certa quantidade por mês e quando puder, coloque um valor maior. Por exemplo, estipule que irá economizar 5%, 10%, 15%… da sua renda mensal para o fundo de emergência. Ademais, caso receba uma herança, 13° salário ou fizer renda extra, coloque uma parte ou todo esse valor no fundo também. Assim, você conseguirá construir sua reserva financeira de forma mais rápida.

Além disso, depois de você conseguir atingir sua meta não significa que você deva parar de economizar. Você pode estipular conseguir mais R$24.000,00 reais para ter uma reserva de dois anos, ou então, reduzir a porcentagem que irá para o seu fundo de emergência e criar outras metas financeiras, como sua aposentadoria, por exemplo. Se você já possui mais de uma meta financeira, como reserva de emergência e aposentadoria, pode só rearranjar a porcentagem quando atingir o valor estipulado inicialmente.

Entretanto, é importante destacar que você não deve comprometer seu orçamento familiar atual para construir o fundo de emergência. Se não tiver condições de poupar 10% ou 15% do seu salário, pode começar de forma mais modesta. Além disso, fazer renda extra para criar essa reserva é uma ótima alternativa.

Passo 1: Quite ou renegocie suas dívidas

Primeiramente, liste suas dívidas e tente quitar boa parte delas à vista. Se não for possível, opte pela consolidação das mesmas para ter uma parcela única para se preocupar.

Esse é o primeiro passo para construir seu fundo de emergência. Isso porque quanto menos você precisar dispender do seu orçamento familiar para outras contas que não sejam essenciais, mais rápido você conseguirá atingir a sua meta financeira da reserva.

Sendo assim, aposte em fazer renda extra. Abuse da economia colaborativa, trabalhando com aluguel de bens ou imóveis, transportando pessoas ou realizando entregas por meio de aplicativos. Ou então, trabalhando como freelancer nas horas vagas.

Destacamos, contudo, que você não deve esperar quitar suas dívidas para construir sua reserva. Você pode começar aplicando um valor menor em seu fundo de emergência. O importante é exercer a disciplina e cultivar o hábito de economizar dinheiro, para começar.

Passo 2: Estipule o valor total da sua reserva financeira

O segundo passo é estipular o valor total da sua reserva financeira. Você pode optar por economizar o valor da sua renda mensal líquida de três, seis ou doze meses. Entretanto, recomenda-se que você opte pela última opção. Afinal, em caso de perder um emprego, pode ser que você demore para conseguir um novo e assim terá tranquilidade financeira para voltar ao mercado de trabalho com condições favoráveis.

Assim, se você precisa de R$900,00 reais por mês para manter suas despesas mensais em dia, você deve criar uma reserva financeira de R$10.800,00 reais.

Passo 3: Crie metas financeiras para economizar

Em seguida, o terceiro passo destina-se a criar metas financeiras de economia. Ou seja, em quanto tempo você pretende atingir o valor da sua reserva financeira? Quanto você pode economizar da sua renda mensal?

Caso você esteja com dívidas, pode começar destinando um percentual menor do seu salário para o fundo de emergência e um percentual maior para a quitação das dívidas.

Por exemplo, você precisará de seis meses para quitar suas dívidas. Então, nesses primeiros meses você destinará 4% do seu salário para as mesmas e 1% para a reserva.

Caso a sua capacidade de economizar seja maior, você poderá rearranjar os percentuais, é claro. Além disso, conforme mencionamos, você deve apostar na renda extra tanto para quitar suas dívidas mais rápido como para aumentar sua capacidade de economizar dinheiro para construir sua reserva.

Quanto mais rápido você conseguir atingir o montante estipulado, melhor. Afinal, situações de emergência podem acontecer a qualquer momento.

Assim, pode ser que você se depare com uma despesa inesperada ao mesmo tempo que constrói sua reserva, o que irá deixar o seu planejamento financeiro mais complexo.

Passo 4: Invista seu dinheiro

Primeiramente, é necessário destacar que você deve aplicar o valor economizado mensalmente em algum tipo de investimento. Assim, você faz o seu dinheiro trabalhar para você e conseguira construir a reserva mais rápido.

Além disso, lembre-se que você precisa ter fácil acesso ao seu fundo de emergência. Por isso, aposte em ativos com liquidez diária, de renda fixa e pós-fixados.

Alguns investimentos que se enquadram nesses aspectos são: LCs, Tesouro Selic, CDBs, LCIs e LCAs e Fundos DI e de Renda fixa, com taxas pós-fixadas, em sua maioria.

Caso você tenha dificuldade na hora de começar a investir, opte por consultar um especialista em investimentos ou, caso não tenha essa possibilidade, procure análises completas e gratuitas em portais de finanças, comparando as opiniões dos mesmos para te auxiliar na escolha.

Quando utilizar a sua reserva financeira?

Primeiramente, você deve se perguntar se a despesa que surgiu é, de fato, inesperada. Conforme mencionamos, um desastre natural, uma doença ou a perda de um emprego são situações inesperadas e que requerem o uso do seu fundo de emergência. Entretanto, muitas pessoas confundem despesas emergenciais com despesas sazonais, como presentes de aniversário ou outras datas comemorativas.

Por exemplo, muitos brasileiros utilizam o valor do décimo terceiro para presentes de Natal. Entretanto, seria bem mais interessante aplicar esse valor em sua reserva financeira. Assim, você teria que preparar seu orçamento familiar de dezembro para comportar o valor dos presentes com sua renda mensal.

Além disso, embora despesas com o carro, como troca de peças, sejam consideradas inesperadas e emergenciais, é importante destacar que você pode se precaver com um seguro auto. Assim, em caso de um acidente ou uma troca adiantada de peça não comprometerá seu fundo de emergência.

Outra pergunta que você precisa fazer é se, de fato, essa despesa é necessária. Uma viagem, por exemplo, não pode ser considerada uma situação emergencial ou inesperada. A menos que seja uma viagem de negócios que surgiu de última hora e lhe trará frutos financeiros. Só porque surgiu uma promoção para viajar não significa que você pode utilizar seu fundo de emergência.

Em quais outras situações você pode utilizar seu fundo de emergência?

Assim, não destine o seu fundo para despesas que não são emergenciais. Se você tiver um caso de infiltração em seu banheiro, pode utilizar seu fundo. Entretanto, se for uma reforma na cozinha por conta de um desejo, crie outra meta financeira. Ou seja, não comprometa seu fundo de emergência.

Por fim, questione-se se a despesa é, de fato, urgente. Por exemplo, se você possui um liquidificador que já está antigo, mas ainda funcionando, e encontrou uma promoção, isso não é uma despesa urgente. É muito natural confundir desejo urgente com necessidade urgente.

Assim, você deve utilizar o fundo de emergência em caso de perda de emprego, desastres naturais, acidentes e saúde, etc. Entretanto, você também pode considerar aumentar o valor aplicado em sua reserva para contemplar outra situações, como: transição de carreira, mudança de casa, cidade ou ppaís, abertura do própria negócio, nasciamento dos filhos, ida do filho à universidade, etc.

Caso não queira misturar essas situações, você pode colocá-las em seu planejamento financeiro como outra meta financeira. Fica a seu critério.

Dica bônus: Reavalie sua reserva financeira

Conforme mencionamos, você deve poupar o valor de 12 meses da sua renda mensal. Entretanto, é importante destacar que você precisa reavaliar esse valor a cada seis meses ou um ano, dependendo de quanto você economizou. Isso porque é preciso verificar se o seu custo de vida aumentou, se precisou utilizar uma parte do fundo de emergência antes de ter atingido sua meta, etc.

Ademais, lembre-se de optar por investimentos com uma boa rentabilidade, liquidez e segurança. Investimentos mais arrojados e com maior risco devem ser escolhidos para outros objetivos financeiros. Quando você atingir sua meta, então pode pensar em diversificar sua carteira e criar outras metas também.

Conforme o crescimento da sua reserva, você pode optar também por reduzir ou aumentar o aporte final. O sucesso para construir uma reserva financeira está intimamente ligado com disciplina e constância.

Além disso, como sempre mencionamos aqui no blog, invista sempre na sua educação financeira. Ao criar o hábito de economizar para o seu fundo de emergência, você também estará se preparando para construir também o seu patrimônio e adotar estratégias cada vez mais avançadas para fazer o seu dinheiro trabalhar para você.

Quer construir uma reserva financeira, mas não tem uma renda mensal? Descubra como fazer renda própria clicando no botão abaixo para conferir nosso post sobre o tema na íntegra.

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