Cartões

Como aumentar o limite do cartão Sicoob?

Se você tem dúvidas sobre como funciona o limite do cartão Sicoob, entre outras funcionalidades deste produto, este post foi feito para você. Confira!

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Saiba como aumentar o limite do cartão de crédito Sicoob e aproveite as suas compras

Então, como aumentar o limite do cartão Sicoob? Fonte: Sicoob.
Então, como aumentar o limite do cartão Sicoob? Fonte: Sicoob.

Hoje, trouxemos um conteúdo para você sobre o limite do cartão Sicoob. Um cartão de crédito oferecido pela cooperativa aos seus clientes, que conta com diversos benefícios e taxas competitivas no mercado.

Então, a Sicoob é uma instituição que funciona de modo cooperativo. Ou seja, o cooperado tem acesso aos resultados financeiros da instituição através da remuneração do capital e, ainda, conta com produtos e serviços de um banco tradicional. 

Sendo assim, se você tem um cartão de crédito da instituição, mas ainda tem dúvidas de como funciona o limite, continue a leitura que vamos te ajudar!

Como solicitar o cartão Sicoobcard Vooz

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Como funciona o cartão Sicoob?

Pois bem, o cartão Sicoob funciona nas modalidades débito e crédito e conta com as bandeiras Visa, Mastercard ou Cabal. Então, a opção disponível para você depende da análise de crédito feita pela financeira e também do seu poder aquisitivo. 

Desta forma, a Sicoob oferece cobertura nacional e internacional, bem como em todas as alternativas disponíveis existe a cobrança de anuidade. Porém, o valor não é fixo e depende do tipo e da bandeira do cartão.

Além disso, o Sicoob disponibiliza dois limites de crédito para seus associados. Um limite para compras à vista, e outro limite para compras parceladas. Sendo assim, o limite para compras à vista é definido no ato de solicitação do cartão, e o limite parcelado corresponde ao valor total do limite à vista, mas só é utilizado em caso de parcelamento.

Também é importante lembrar que os cartões Sicoob tem um limite diário de compras, tanto na função débito quanto na função crédito que variam entre 5 e 20 mil reais.

Ademais, o cartão oferece um programa de recompensas, o Sicoobcard Prêmios. Então, ao utilizar a função crédito, você acumula pontos e pode trocá-los por milhares de produtos no site oficial. O cartão Sicoob também permite que troque esses pontos acumulados por milhas no programa de milhagens da sua escolha. 

Qual o limite inicial do cartão Sicoob?

Mas, afinal, qual o limite inicial do cartão Sicoob? Fonte: Sicoob.
Mas, afinal, qual o limite inicial do cartão Sicoob? Fonte: Sicoob.

Então, o limite inicial do cartão Sicoob não tem um valor pré-definido. Isso porque ele depende da comprovação de renda do associado, assim como da análise de crédito que é feita pela cooperativa financeira. 

Sendo assim, você só vai saber qual o limite inicial que foi disponibilizado após a análise do seu perfil financeiro. Porém, se você deseja um limite alto, é importante manter o nome sem restrições e pagar as suas contas em dia.

Assim, se você quer conhecer sobre um dos cartões Sicoob e ter mais detalhes sobre suas características e vantagens, não perca tempo e confira o conteúdo recomendado abaixo!

8 vantagens do cartão Sicoob Vooz

Se você busca um cartão cheio de benefícios e com controle totalmente digital, o Sicoob Vooz pode ser o ideal para você! Clique aqui e conheça as suas vantagens!

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Como saber o limite do cartão Sicoob?

Pois bem, você pode consultar o limite do seu cartão Sicoob através do aplicativo exclusivo criado pelo banco, o Sicoobcard. Com ele, você tem acesso aos valores disponíveis, além de outras funcionalidades como consulta de faturas e compras recentes.

Porém, se você preferir, pode consultar seu limite acessando a sua conta no App Sicoob ou pelo internet banking no site oficial do banco. 

Como pedir aumento de limite do cartão Sicoob?

Então, como pedir aumento de limite do cartão? Fonte: Sicoob.
Então, como pedir aumento de limite do cartão? Fonte: Sicoob.

Por fim, o aumento do limite de crédito pode ocorrer de duas formas. A primeira, movimentando o cartão com frequência e efetuando o pagamento da fatura corretamente, sempre antes ou na data do vencimento. Assim, o aumento de limite é automático.

Mas, para solicitar um aumento, você pode entrar em contato com a cooperativa através do e-mail ou do chat no aplicativo e apresentar um comprovante de renda dos últimos três meses que justifique o pedido. Então, você também precisa informar o seu CPF para que seja feita a análise de crédito. Em caso de aprovação, você recebe um SMS informando o novo limite.

Portanto, se você gostou do cartão Sicoob e quer saber mais detalhes do processo de solicitação, confira o conteúdo abaixo!

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Crédito Imobiliário

Financiamento Imobiliário: descubra o ideal para você

Você quer comprar um imóvel financiado mas não sabe o que fazer? Vamos mostrar os tipos de financiamento imobiliário para que você descubra o ideal.

Financiamento Imobiliário

No Brasil, a maioria das pessoas sonham em ter o próprio imóvel, contudo, em meio às dificuldades financeiras que enfrentam, comprar à vista, não é uma opção, mas sim buscar financiamento imobiliário. Então, quais os tipos de financiamentos que existem?

Isso porque, há vários modelos de financiamentos à disposição daqueles que desejam comprar um imóvel, sendo que cada um deles apresenta suas vantagens, assim como, desvantagens.

Portanto, veremos como funcionam os financiamentos imobiliários, quais são os critérios para se contratar um, e quais são os tipos desses financiamentos que existem.

O que é um financiamento imobiliário?

O financiamento imobiliário, nada mais é que buscar empréstimos com instituições financeiras para se comprar um imóvel.

Ou seja, o interessado busca uma instituição de sua confiança, e solicita o financiamento imobiliário que mais se adequa aos seus interesses.

Para que isso ocorra, o contratante junto com a instituição financeira, assinarão um contrato.

Neste contrato, as cláusulas serão feitas, baseando-se em um dos sistemas de financiamentos que existem atualmente no Brasil.

Em qualquer modelo de financiamento, haverão parcelas a serem pagas pelo contratante para o credor.

Então, por exemplo, o comprador paga determinado valor de entrada, e solicita empréstimo do restante da quantia necessária para a compra do imóvel.

Daí em diante, o comprador pagará ao credor, no caso, a instituição financeira, o empréstimo com juros pelo prazo determinado, levando-se em consideração:

  1. Renda do comprador
  2. Tipo do imóvel;
  3. Taxas de juros;
  4. Se o nome está sujo ou não, entre outros.

Portanto, na hora de escolher a melhor opção de financiamento, também é importante analisar a melhor instituição financeira, ou seja, que tenha as melhores ofertas de empréstimos.

Quando contratar um financiamento imobiliário?

Devemos contratar um financiamento imobiliário sempre que houver a vontade de se adquirir um imóvel.

Ou seja, havendo- se a intenção e não se tendo no momento todos os valores necessários para a compra, o contratante poderá optar por financiar o imóvel junto ao banco.

Contudo, vários fatores são importantes antes de se optar pelo financiamento de imediato.

Isso porque, a princípio, pode-se parecer uma ótima ideia, mas, a longo prazo, vários fatores poderão fazer se tornar uma dor de cabeça.

Então, é preciso se ater aos fatores que mencionaremos a seguir.

Quais fatores do financiamento imobiliário levar em consideração?

Há vários fatores do financiamento imobiliário que devemos levar em consideração na hora de optar por um. Confira!

Não comprometer demais o orçamento

Na hora de se optar pelo financiamento imobiliário, é preciso prestar atenção se ele não irá comprometer demais o seu orçamento.

Isso porque, antes de mais nada, precisamos colocar em uma planilha todas as nossas receitas e despesas.

Em seguida, separe apenas os valores que sobrarem do seu orçamento, e retire 30% para destinar ao pagamento das parcelas do financiamento.

Portanto, saiba se esse é o momento ideal para a compra de um imóvel, e se o seu orçamento atual condiz com um financiamento.

Faça uma pesquisa das taxas de juros 

Outra dica importante, é que você faça pesquisas de quais são as taxas de juros dentro do financiamento que você escolheu.

Isso porque, você não pode se deixar seduzir pela instituição financeira que esteja financiando um imóvel já direto com a construtora.

Pois, uma oferta desse jeito poderá ser entendida como venda casada, modelo de compra que vai contra o Código de Defesa do Consumidor.

Então, converse com o gerente da sua instituição de confiança, ou vá até alguma instituição que esteja com boas taxas de juros para financiamentos imobiliários.

De toda forma, não escolha de imediato, é sempre importante pesquisar com calma, e entender as propostas, para que seja uma escolha inteligente.

Outro fator é que há bancos que cobram taxas de juros baixas, porém, altas taxas de administração, e aí, o financiamento deixa de compensar.

É importante citar que, as taxas de juros são delimitadas levando-se em consideração:

  1. Valor do imóvel;
  2. Renda familiar do comprador;
  3. Valor financiado;
  4. Idade do comprador e histórico de dívidas.

E, a partir daí, as taxas de juros serão estipuladas, ou seja, quanto maior forem os riscos de inadimplência, maiores serão as taxas de juros.

Outro fator importante é que nos casos de imóveis na planta, você deve verificar o índice de correção das parcelas.

Pois, durante as obras, as prestações deverão ser corrigidas pelo INCC (índice Nacional de Construção Civil), e não poderão ser cobradas taxas de juros.

E, após a entrega, poderão ser cobradas taxas de 12% ao ano, mais as correções monetárias de acordo com a inflação.

Amortização da dívida 

Na hora de se fazer um financiamento imobiliário, os compradores procuram quitar as parcelas o mais rápido possível.

Então, em um cálculo deste financiamento, temos que parte dele são as parcelas, e a outra parte serão os juros.

E assim, a fração da prestação que tem por meta devolver à instituição financeira o dinheiro emprestado é chamada de amortização da dívida.

Para isso, na hora de escolher um plano para poder liquidar toda a dívida decorrente do financiamento, uma boa opção é o SAC – Sistema de Amortização Constante.

Por esse sistema, haverá saldos de amortização menores que irão variar de valor, sendo mais caras no início, e menores ao final do financiamento.

Ofereça pelo menos 40% de entrada

Nos casos de imóveis já prontos, uma dica interessante e válida, é a oferta de pelo menos 40% de entrada.

Isso porque, facilitará as negociações com a construtora, assim como, com a instituição financeira, trazendo várias vantagens.

Nos casos de imóveis comprados na planta, recomenda-se parcelas pagas durante o período das obras, não superiores a 30%.

Pois, caso ocorram problemas mais na frente, como a falência da construtora, você não perderá todos os valores pagos.

Quais são os tipos de financiamento imobiliário?

Então, vamos agora saber quais são os tipos de financiamentos imobiliários que existem atualmente no Brasil.

Sistema Financeiro de Habitação (SFH)

O sistema de financiamento de habitação foi desenvolvido pelo Governo Federal.

E, além disso, é garantido com os recursos do FGTS – Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE)

E, ainda, esse sistema é responsável por quase todos os financiamentos que acontecem no Brasil.

Entre outras características, temos que a compra deverá ser feita por pessoa física, não podendo ocorrer por pessoa jurídica.

E, além disso, o valor máximo para se avaliar os imóveis deverá ser de R$950 mil para Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal.

Já, nos demais locais, o valor máximo para se avaliar os imóveis deverá ser de R$800 mil.

Em se tratando das parcelas, elas não deverão comprometer mais do que 30% da renda mensal do contratante, e o prazo para quitação é de até 35 anos.

Nesse modelo de financiamento, as taxas de juros poderão ser de no máximo 12% ao ano, e as taxas mínimas de 9% ao ano.

E, ainda, o percentual dos valores máximos a serem financiados, chegam a 70% para imóveis usados e 80% para unidades novas.

Assim como, de 50% de desconto no registro e na escritura do primeiro imóvel.

Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI)

Esse outro formato de financiamento de imóvel também foi criado pelo Governo Federal Brasileiro, para conseguir suprir as ausências do SFH.

Então, ele é utilizado para compra de imóveis que sejam avaliados em R$950 mil nos casos de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal.

E, acima de R$800 mil na avaliação de imóveis nos demais estados.

Outra característica desse formato, é a ausência de necessidade de limite de renda comprometida, tornando o processo mais acessível.

E, além disso, o prazo para que os imóveis sejam quitados, continuam por até 35 anos, ou seja, 420 meses, não se diferenciando do SFH.

Já o valor de concessão do financiamento pode variar entre 80% e 90% do valor do imóvel.

Outra vantagem, é que esse financiamento poderá ser feito por pessoa física ou pessoa jurídica.

E, as taxas de juros são variáveis, ao invés de fixas como no financiamento de habitação.

Amortização de dívidas

Como mencionamos anteriormente, há algumas formas de amortizar dívidas, e é sobre elas que falaremos agora:

Sistema de Amortização Constante (SAC)

Esse sistema é o modelo que funciona com a amortização de dívidas ocorrendo de maneira decrescente.

Então, conforme as parcelas vão sendo pagas, assim como, as taxas de juros que são calculadas sobre elas, os valores das prestações também irão se reduzindo.

Portanto, havendo amortizações com frequência, o comprador estará sujeito a correções monetárias.

Ou seja, os valores poderão ser alterados de forma pré-fixada, em que os bancos determinam valores de correções no momento de assinar o contrato.

E, também a pós-fixada, como o próprio nome diz, após a assinatura do contrato, ou seja, após índices de mercado.

Sistema Tabela Price

Nesse sistema, as parcelas deixam de ser fixas, variando conforme a inflação de mercado, tendo o indexador pós-fixado TR como mais utilizado para reajuste das prestações.

E, além disso, o Tabela Price é considerada uma das amortizações menos vantajosas.

Pois, de acordo com os índices da inflação, os valores poderão aumentar cada vez mais.

O fato é que, se tornaria um problema para pessoas que permanecerem com sua receita da mesma forma.

Ou seja, se no prazo de cinco anos, a situação financeira do contratante permanecer a mesma.

E, em contrapartida, os valores das parcelas aumentarem, não será vantajoso para o contratante manter o financiamento.

Portanto, recomenda-se pesquisar cada um dos sistemas com cautela para se chegar a conclusão da melhor opção.

Sistema de Amortização Crescente (Sacre)

Nesse sistema, as parcelas do financiamento serão crescentes por certo período, e depois, começarão a decair.

Ou seja, até certo ponto, os valores irão aumentar, mas, depois passarão a reduzir.

Então, os reajustes das parcelas também estarão condicionados ao TR, e as amortizações crescentes ao longo do tempo, e os juros reduzindo.

Portanto, essa opção é vantajosa, pois, depois de certo tempo, as parcelas irão reduzir, o que significa que os contratantes terão como pagá-las.

O que acontece se eu deixar de pagar o financiamento?

Nem sempre os financiamentos dão certo, e infelizmente algumas pessoas não conseguem pagar as parcelas.

Nesses casos, a primeira coisa que irá acontecer, são os juros e as multas por atraso, que irão variar de acordo com cada instituição financeira.

Outra desvantagem em não honrar com as obrigações, é, passar a dever as parcelas não pagas ao banco.

Ou seja, a instituição financeira poderá tomar medidas para solucionar o problema, podendo, inclusive, tomar medidas judiciais.

Também poderão ocorrer leilões com os imóveis dos contratantes, e os valores arrecadados serão usados para quitar todas as parceladas atrasadas.

Vantagens e Desvantagens dos financiamentos imobiliários

Na hora de fazer um financiamento imobiliário, podemos ter vantagens e desvantagens, vamos começar pelas vantagens:

  1. Possibilidade de valorização do imóvel a longo prazo: Isso porque, levando-se em consideração alguns fatores, ele poderá se tornar mais caro ao término do financiamento;
  2. Possibilidade de alugar o imóvel e transformá-lo em fonte de renda: Ótima opção de gerar receita dentro do orçamento.

Entre as desvantagens temos:

  1. Despesas decorrentes do próprio imóvel como impostos, reformas e gastos com manutenção;
  2. Imprevisibilidade de quitar as parcelas no futuro, assim como, taxas de juros: O futuro é imprevisível, então os valores podem se tornar um problema.

Essas são apenas algumas vantagens e desvantagens, mas poderá encontrar outras durante o processo.

Para ler mais sobre financiamentos, continue no nosso site, que encontrará vários outros artigos relacionados!

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