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5 opções de carteira criptomoedas

As carteiras de criptomoedas nada mais são do que espaços que servem para armazenar os ativos. Existem diferentes tipos hoje em dia. Quer saber mais? Continue a leitura e confira!

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por Maria Luiza Ishimoto

Publicado em 04/06/2022

Entenda o que são as carteiras de criptomoedas e como elas funcionam!

Veja o que são as carteiras de criptomoedas! Fonte: Adobe Stock
Veja o que são as carteiras de criptomoedas! Fonte: Adobe Stock

Assim como dinheiro comum, as criptomoedas também precisam ser armazenadas em uma carteira. Nesse sentido, existem diferentes tipos e cada um deles funciona de uma maneira específica. Sendo assim, hoje explicaremos o que são as carteiras, como elas funcionam e quais são os tipos existentes. 

Quer saber mais? Continue a leitura e confira mais informações!

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O que é uma carteira de criptomoedas?

Antes de mais nada, para entender o que é uma carteira de criptomoedas, você precisa saber como funciona o seu armazenamento. Nesse sentido, ao realizar uma operação, os ativos ficam guardados em uma plataforma, chamada blockchain.

Em resumo, a criação da blockchain ocorreu em 2008, juntamente com o Bitcoin. A plataforma funciona como um banco de dados que contém todas as informações sobre as transações feitas com o ativo. Desse modo, as carteiras servem para que o usuário consiga ter acesso ao dinheiro que está presente na plataforma. 

Sendo assim, elas são os softwares e os dispositivos responsáveis pelo envio das moedas sem necessariamente possuírem um intermediário. 

Fazendo uma comparação com o mundo financeiro comum, a carteira de criptomoedas funciona como um banco. Entretanto, a grande diferença é que a responsabilidade sobre os ativos é do próprio usuário, não da carteira. 

Como funciona uma carteira de criptomoedas?

Entendeu como funciona? Fonte: Adobe Stock
Entendeu como funciona? Fonte: Adobe Stock

Primeiramente, quando uma carteira de criptomoedas é criada, ela gera o que chamamos de seed. Para quem não sabe, seed é uma sequência que contém de 12 a 24 palavras no idioma inglês. Resumidamente, ela servirá como uma senha para recuperar o sistema. Sendo assim, é importante que você não divulgue essa informação para mais pessoas. Entretanto, caso perca, todos os seus ativos irão junto. 

Assim que a seed estiver pronta, uma chave privada, uma pública e um endereço serão criados. A primeira, funcionará como a senha de seu banco. Por isso, é importante manter a informação bem segura. 

Já a chave pública, funciona basicamente como a conta. Ou seja, é nela que seus ativos estarão guardados e só serão liberados com a chave privada. Assim, todos podem saber qual é, mas não movimentar a conta. 

O endereço, por sua vez, seria como o número da conta. Em outras palavras, ele é uma extensão da chave pública. Portanto, caso alguém queira transferir cripto ativos para sua carteira, será necessário informar o endereço. Aliás, a sequência é bem semelhante com as chaves aleatórias PIX. Elas contêm letras maiúsculas, minúsculas, números e etc. 

Em conclusão, todas as chaves e códigos são gerados com a tecnologia criptografada. Nesse sentido, todas as mensagens e operações são resguardadas e protegidas com pelo menos duas etapas de verificação. Por exemplo, solicitar a chave privada e confirmar que é você tentando através de SMS ou e-mail. 

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Quais os tipos de carteira de criptomoedas?

Agora que você entendeu melhor o que é uma carteira de criptomoedas e como ela funciona, falaremos sobre os tipos existentes. De modo geral, podemos dizer que cada um dos modelos possui suas próprias características e vão ser mais interessantes para determinados públicos. Abaixo separamos os modelos, confira:

Hot Wallet

O primeiro tipo de carteira de criptomoedas que falaremos são as hot wallets. Elas são a forma mais prática de armazenar seus ativos, porque são conectadas à internet. Entretanto, isso também faz com que elas sejam mais suscetíveis a ataques de hackers. Dentre as hot wallets existem dois modelos: a mobile e a web.

A primeira se trata de uma carteira de criptomoedas que funciona como um app. Você consegue encontrá-las na Google Play e na Apple Store. Desse modo, elas são bastante interessantes para quem quer utilizar o saldo para fazer compras em estabelecimentos. Principalmente pelo fato de seu acesso poder ser feito na palma da mão. 

Assim como falamos anteriormente, essa opção está mais vulnerável a invasões. Além disso, existe o perigo de roubarem o seu celular. 

Segundamente, o modelo web, como o próprio nome indica, permite o acesso da carteira pelo próprio navegador. Nesse sentido, o usuário precisará entrar no site da carteira e realizar o login. Assim, poderá começar a movimentar os seus ativos. 

Da mesma forma que as mobile, a web também não é tão segura. Por mais que ela seja mais prática, o usuário deverá estar protegido contra ataque de hackers. 

Cold Wallet

E então, qual das opções será que combina mais com seu perfil? Fonte: Adobe Stock
E então, qual das opções será que combina mais com seu perfil? Fonte: Adobe Stock

A cold wallet, carteira fria, armazena as criptomoedas em um espaço que não possui conexão à internet. Por esse motivo, elas são consideradas bem mais seguras contra os ataques cibernéticos. 

Essa modalidade é dividida em dois tipos diferentes e cada um deles possui suas próprias características. Confira agora:

Hardware wallet

O primeiro modelo de carteira fria para armazenar criptomoedas é o hardware wallet. Ele é basicamente um dispositivo físico que permite o armazenamento. Para ajudar na ilustração, eles são muito semelhantes a um pen drive. 

Assim como falamos anteriormente, é provavelmente a maneira mais segura. Contudo, para as pessoas que utilizam as moedas no dia a dia elas podem não ser tão práticas. 

Paper Wallet

Outro modelo de carteira fria para armazenar criptomoedas é o paper wallet. Como o próprio nome já diz, é literalmente uma folha de papel. Nessa modalidade, o usuário imprime uma folha com sua chave pública e a privada. 

Desse modo, ela é bem mais segura que uma hot wallet. Entretanto, é importante garantir que o computador não esteja com vírus, na hora de gerar a carteira. Além disso, é interessante verificar a qualidade da tinta, uma vez que com o passar do tempo ela poderá se desgastar e sumir com as informações. 

Qual carteira de criptomoedas você deve usar?

É interessante saber qual o seu objetivo com o produto antes de aderir. Fonte: Adobe Stock
É interessante saber qual o seu objetivo com o produto antes de aderir. Fonte: Adobe Stock

Agora que você já conhece os principais modelos de carteira de criptomoedas, escolher uma delas fica mais fácil. Em resumo, a decisão vai depender do seu objetivo com os seus ativos. Ou seja, se a ideia é utilizar no dia a dia ou deixar em armazenamento.  

Por exemplo, se a ideia é utilizar no dia a dia, é interessante aderir às hot wallets mobile. Assim, você conseguirá levar suas carteiras para todos os lugares. Elas funcionam mais ou menos como uma carteira comum de armazenar dinheiro de papel. 

Nos casos em que o usuário tem uma quantia maior de criptoativos e pretende mantê-los por um bom tempo, as cold wallets são mais interessantes. Dentre os dois modelos, a hardware pode ser a mais segura. Aliás, para reforçar ainda mais, guardar em um cofre pode ser uma ótima opção. 

Nas situações em que a pessoa não quer se responsabilizar pelas criptomoedas, o mais interessante é deixá-las nas famosas corretoras. Contudo, antes de aderir aos serviços de uma delas é preciso avaliar alguns pontos. 

O primeiro deles é a reputação. Por se tratar de um espaço no qual você deixará seu patrimônio, é importante saber se a empresa é confiável. Além disso, confira se ela suporta a moeda na qual você busca armazenar. 

Ademais, a facilidade de uso também é um ponto interessante. Nesse sentido, existem algumas plataformas cuja usabilidade se mostra mais simples do que as de outras. Por fim, verifique se ela possui os certificados de segurança, a validação e etc. 

Em conclusão, para escolher a melhor carteira de criptomoedas você precisará avaliar o uso, a segurança e o que é mais importante para você. 

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Sobre o autor

Maria Luiza Ishimoto

Estudante de cinema na UFSC, já cursou 3 semestres em direito. Além de redatora, cria conteúdo e administra páginas no instagram. Tem uma grande paixão pela escrita e adora ler em seu tempo livre.

Revisado por

Tathiane Mantovani

Editor(a) sênior

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