Finanças

8 Dicas para controlar gastos no cartão de crédito

Controlar os gastos no cartão de crédito pode começar ao deixar de parcelar suas faturas e diminuir o limite do cartão. Confira mais dicas!

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por Fernanda Weber

03/02/2021 | Atualizado em 21/04/2021

Gastos no cartão de crédito

Gastos no cartão de crédito
Gastos no cartão de crédito

O cartão de crédito facilita e muito o nosso dia-a-dia. No entanto, se não for usado com moderação e cuidado, ele pode se tornar uma grande dor de cabeça. Por isso, é importante saber controlar seus gastos no cartão de crédito.

Foi pensando nisso que vamos te mostrar 8 dicas infalíveis para que você consiga diminuir tanto o valor das suas faturas no cartão de crédito quanto as taxas que paga em cada um.

Além disso, com essas dicas, vai ser mais fácil fechar o mês no azul e sem contas para pagar, o que é ótimo!

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8 dicas para controlar os gastos no cartão de crédito

Sabemos que não é fácil controlar os gastos no cartão de crédito.

Isso porque, muitas vezes, ele ajuda a comprar coisas básicas do dia-a-dia e facilita muito a nossa vida quando queremos algo novo.

No entanto, a primeira coisa que você precisa aprender hoje é que, para conseguir diminuir a fatura de seu cartão, deve usá-lo apenas em situações de emergência.

Ou seja, quando realmente não tiver outra saída.

Afinal, o que é uma solução prática pode se tornar uma dor de cabeça quando a fatura chega e você não tem dinheiro para pagar toda ela.

Além disso, os juros por usar o crédito rotativo ou mesmo para parcelar as faturas em aberto, são muito altos e você pode acabar se complicando.

Pensando em todas essas coisas, criamos uma lista com 8 dicas para você seguir e aprender a controlar os gastos do cartão de crédito. Leia com atenção e depois nos conte o que achou.

1- Planeje seu orçamento familiar

Em primeiro lugar, para controlar os gastos com cartão de crédito, é necessário ter um bom planejamento financeiro.

Ou seja, organizar as finanças pessoais para que você não acabe gastando demais com seu cartão.

Para fazer isso, você pode baixar algum aplicativo ou usar até um caderno que tenha em casa.

O que você precisa é anotar tudo o que você ganha e também o que gasta.

Depois que fizer isso, separe seu dinheiro em ‘montinhos’ em que cada um serve para pagar alguma coisa ou para investir. Vale, por exemplo, ter o monte dos gastos com aluguel e contas da casa, o monte do supermercado e também um para gastar com besteiras.

O mais importante, nessa parte, é já separar, no seu orçamento, quanto pode gastar no cartão de crédito e cumprir com esse objetivo.

É provável que você tenha um pouco de dificuldade em fazer isso no começo. Mas te garanto que, com o tempo, passa a ser natural controlar o dinheiro para não gastar mais do que ganha.

Além disso, se você quiser um empurrão extra, vale a pena conferir alguns cursos gratuitos que vão te ensinar a organizar as finanças e fazer o planejamento familiar.

20 Cursos de finanças pessoais gratuitos

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2- Escolha cartões de crédito sem anuidade

Em segundo lugar, para gastar menos no cartão de crédito, você pode optar por aqueles que não possuem anuidade.

Isso é bastante fácil e hoje em dia, diversos bancos oferecem cartões livres de tarifas.

Além disso, existem muitas contas digitais que possuem cartões de crédito com ótimos beneficios e programas de recompensa sem cobrar nada por isso.

Dessa forma, vale a pena consultar se o seu banco tem alguma opção de cartão de crédito que seja sem anuidade. E caso ele não possua, você pode procurar por contas digitais como, por exemplo, o Nubank, a Neon, o C6 Bank e o Banco Inter.

Ademais, caso você não tenha muito controle sobre o quanto usa seu cartão, experimente migrar para um cartão de crédito pré-pago. Nesse modelo, você só pode usar o limite que tem disponível em conta e ainda tem acesso a serviços que são acessíveis somente com um cartão de crédito.

Ah, e fique atento, caso seu gerente te diga que não existem cartões que não cobram anuidade, já saiba que é mentira. Isso já aconteceu comigo uma vez e, naquela época eu acreditei e passei bastante tempo pagando por um serviço que poderia ser de graça.

Os melhores cartões sem anuidade

Essa lista de cartões sem anuidade vai te ajudar a achar a melhor opção!

3- Reduza o limite do cartão de crédito

Uma outra opção para controlar a maneira como você usa seu cartão de crédito é reduzir o seu limite.

Muita gente nem sabe quanto é, de fato, o seu limite de gastos com o cartão. E, muitas vezes, esse limite é bem mais alto do que a própria renda.

Com isso, a pessoa vai usando seu cartão até que, quando chega a fatura, vê que não consegue pagar por tudo que comprou.

Por isso, uma dica muito boa para gastar menos no cartão de crédito é reduzir o seu limite.

Para definir quanto de limite é essencial, você deve, em primeiro lugar, fazer seu planejamento financeiro. Depois que fizer isso, será mais fácil ter uma ideia do valor correto.

Infelizmente, não existe uma fórmula mágica, mas o ideal é que esse limite nunca seja superior a sua renda.

Além disso, você pode ter o limite mas se policiar para gastar apenas uma parte disso. E assim, deixar o restante para situações de emergência que fujam do seu controle.

Se você usa uma conta digital, pode reduzir o limite pelos aplicativos dos bancos. Agora, para fazer isso em outros modelos de contas, é necessário ir até uma agência.

4- Pague os gastos no cartão de crédito em dia

Pague os gastos no cartão de crédito em dia
Pague os gastos no cartão de crédito em dia

Sempre pague a fatura do seu cartão de crédito no dia do vencimento, ou ainda, de preferência, antes disso.

Isso é muito importante pois os juros sobre contas não pagas do cartão de crédito são muito altos.

Quando você não paga no dia certo, corre o risco de cair no crédito rotativo e precisar pagar o valor devido com mais de 10% de juros no próximo mês.

Além disso, se a fatura do seu cartão for em débito automático e você tiver acesso ao cheque especial, ela será descontada, mesmo que não tenha dinheiro em conta.

Assim, você ficará no vermelho e precisa pagar os juros desse pequeno crédito que o banco te deu. Os juros do cheque especial, juntamente com o crédito rotativo, estão entre os mais altos do mercado.

Diante desse cenário, para evitar gastos extras no cartão de crédito, sempre se planeje para ter dinheiro em conta quando a fatura vencer.

Nesse sentido, uma boa dica é programar o vencimento da fatura para uma data próxima ao recebimento do seu salário. Dessa maneira, é garantido que você terá dinheiro para pagar toda a fatura do cartão.

5- Evite ter muitos cartões de crédito para controlar

Um erro muito comum é aceitar todos os cartões de crédito que são oferecidos para você.

É cartão de banco, de loja, de mercado e por aí vai.

Pois saiba que todos eles acabam, de alguma maneira, tendo um custo para você.

Isso porque, quando você chega no limite de um cartão, ainda tem vários outros que pode usar e assim, vai gastando cada vez mais e sem nenhum controle.

Aliás, quando temos muitos cartões, fica bem difícil de administrar todos eles. Afinal, são várias senhas, várias faturas e também várias taxas, pois nem todos cartões são sem anuidade.

Além disso, algumas opções de cartões, como o de lojas, devem ser evitados a qualquer custo. Isso porque, a grande maioria deles tem taxas de juros muito altas quando você não dá conta de pagar toda a fatura.

Por conta de tudo isso, nossa sugestão é que você tenha, no máximo, dois cartões de crédito. E que sejam, de preferência, sem anuidade.

Com esses dois cartões, você pode escolher um para usar com mais frequência, no dia-a-dia, dentro dos limites do seu planejamento. E ter o outro de reserva para usar em situações de emergência.

6- Negocie as tarifas e taxas de juros

Negocie as tarifas e taxas de juros
Negocie as tarifas e taxas de juros

Depois que abrimos uma conta corrente, somos tentados a escolher o cartão de crédito que possui mais serviços e benefícios.

Mas, muitas vezes, não prestamos atenção nas taxas que vamos pagar por isso e muito menos se realmente precisamos de tudo que é oferecido.

Por isso, para gastar menos com cartão de crédito, avalie todos os serviços, produtos e vantagens que você está contratando com o seu cartão de crédito atual.

Defina o que você realmente precisa e o que não é necessário de jeito nenhum.

Depois que fizer isso, vá até sua agência bancária e senta com um atendente para negociar as tarifas e taxas da sua conta.

Lembre-se de que um bom planejamento também inclui negociar e diminuir seus gastos com coisas desnecessárias. E, certamente, pagar por serviços bancários que você não usa, é completamente desnecessário.

Caso você não possa diminuir as taxas que paga no cartão de crédito atual, você pode trocar de plano. Para isso, basta cancelar o cartão que já possui e pedir um novo, mais adequado para o seu consumo.

E fica a dica: não é porque o banco oferece um determinado serviço que você é obrigado a ter ele.

Por exemplo, se você nunca viaja de avião, você não precisa pagar a mais para ter um programa de milhas para essas viagens, é desnecessário.

7- Evite pagar apenas a parcela mínima do cartão

Apesar de ser uma prática muito comum, você deve evitar, ao máximo, pagar apenas a fatura mínima do seu cartão de crédito.

Aliás, você precisa se acostumar a pagar sempre o valor total das faturas.

Isso porque, qualquer valor menor do que o total, vai gerar muitos juros, como já falamos antes.

Por conta disso, sempre tenha organização para pagar tudo o que gastou no mês com seu cartão.

Dessa forma, você vai economizar muito seus gastos no cartão de crédito.

Afinal, não precisará cobrir, todos os meses, os valores que ficarem em aberto do mês anterior.

E, só para ilustrar como os juros ‘comem’ o seu dinheiro todo mês, imagine o seguinte:

Você tem uma fatura para pagar em fevereiro no valor de R$400,00 e o pagamento mínimo é de R$40,00. Se você só pagar esses R$40,00 ainda vão restar R$360,00 que devem ser pagos no mês seguinte.

Porém, até o próximo mês, você vai pagar juros por esse valor que deixou em aberto. E, depois de 30 dias, na sua fatura de março, os R$360,00 vão se transformar em mais de R$400,00, considerando uma média de 12% de juros ao mês, valor comum do crédito rotativo.

Portanto, nunca pague somente a fatura mínima e se organize para conseguir pagar tudo.

8- Não realize parcelamentos muito extensos

Por fim, nossa última dica é para que você nunca faça parcelamentos muito longos em seu cartão de crédito.

Esse tipo de prática acaba enganando porque, geralmente, as parcelas são pequenas. Mas, nós vamos acumulando várias delas e, no final do mês, elas somam um total muito grande.

Além disso, parcelas muito extensas costumam ser carregadas de juros. Ou seja, dificilmente uma loja vai te vender algo parcelado em 12 vezes, por exemplo, e não vai te cobrar nenhum juros.

Por isso, sempre escolha parcelar suas compras em poucas parcelas e prefira um número em que não pague juros a mais por fazer a compra à prazo.

Reduza seus gastos no cartão de crédito e viva melhor

Com todas essas dicas, esperamos que seja mais fácil diminuir e controlar os gastos no cartão de crédito.

Além disso, adote um estilo de vida mais saudável e compatível com a sua renda. Isso vai fazer com que a vida seja melhor e mais tranquila.

Por fim, confira ainda algumas dicas que preparamos para você conseguir fazer uma renda extra sem sair de casa:

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Sobre o autor

Fernanda Weber

Produtora de conteúdos digitais e redatora web com formação na área de Letras. Atua com produção de conteúdos sobre educação financeira e deseja levar seus conhecimentos práticos para mais pessoas e assim ajudá-las a lidar melhor com seu dinheiro.

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Crédito Imobiliário

Financiamento Imobiliário Safra ou Banco de Brasília: qual o melhor?

Enquanto que o financiamento imobiliário do Safra conta com taxas de juros um pouco maiores e empresta até 85% do valor do imóvel, o BRB tem taxas menores e financia 80% da casa própria. Confira aqui outras diferenças entre eles e escolha o seu crédito.

Safra x Banco de Brasília: descubra qual escolher

Financiar a casa própria é o sonho de muita gente, por isso, queremos te mostrar hoje duas opções de crédito que se destacam nesse mercado. Assim sendo, vamos te mostrar como funciona o financiamento imobiliário do Safra e o do Banco de Brasília (BRB).

Afinal, apesar de terem o mesmo objetivo, esses créditos contam com características um pouco diferentes.

Enquanto que o Safra oferece uma linha de crédito com prazo de 30 anos para imóveis a partir de R$300 mil, o BRB financia a casa própria em 35 anos e tem juros um pouco mais baixos.

Mas, como essas não são as únicas diferenças entre eles, fique com a gente e descubra o que precisa saber para escolher entre um e outro.

Banco Safra

Como solicitar o financiamento imobiliário Safra

No Banco Safra você consegue fazer um financiamento imobiliário de até 85% do valor do imóvel e pode pagar em 30 anos. Saiba como solicitar o seu crédito aqui.

financiamento banco de brasília

Como solicitar o financiamento Banco de Brasília

O financiamento imobiliário do Banco de Brasília libera até 80% do valor do imóvel para você financiar ao longo de 35 anos e amortizar parte da dívida com o FGTS.

CréditoSafraBanco de Brasília
Renda MínimaNão informadaNão informada
Taxa de juros8,29% a.a. + TR7,50% a.a. + TR
Prazo para pagarAté 30 anosAté 35 anos
Prazo de liberaçãoNão informadoNão informado
Valor do CréditoAté 85% do imóvelAté 80% do imóvel
Aceita negativados?NãoNão informado
VantagensPermite financiar até 85% do imóvelFinancia até 80% do imóvel, taxa de juros baixa
Compare, portanto, os dois créditos

Financiamento Imobiliário Safra

Para começo de conversa precisamos te apresentar as características principais do financiamento imobiliário Safra para, depois, compará-las com a do Banco de Brasília.

Assim sendo, sobre o crédito para compra da casa própria do Safra, podemos destacar que ele se destina para imóveis com valor superior a R$300 mil.

Além disso, o banco permite financiar até 85% do imóvel, sendo que 5% pode ser destinado aos custos com cartório e impostos. 

Este crédito também tem prazo de até 360 meses para quitação da dívida. Ou seja, se você fizer o contrato agora, tem prazo de 30 anos para pagar tudo.

Em relação às taxas de juros, o Banco Safra trabalha com duas opções:

  • Poupança: na qual você paga uma taxa fixa de 2,99% a.a. + remuneração da poupança atual. Nesse sentido, há um teto de 6,17% a.a. para a cobrança com base na poupança. Desse modo, o valor máximo dessa taxa de juros é de 9,16% a.a.;
  • Pela TR: o banco aplica uma taxa fixa, de 8,29% a.a. +  a TR (que está zerada a alguns anos). Nesse caso, a taxa tende a se manter estável em todo o contrato.

Ademais, o financiamento para habitação do banco conta com dois tipos de créditos diferentes:

  • Pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação): para que o cliente financie imóveis de até R$1,5 milhão e possa usar o saldo do FGTS para amortizar parte da dívida;
  • Pelo SFI (Sistema de Financiamento Imobiliário): se destina para quem quer imóveis de qualquer valor, mas não permite o uso do FGTS.

Por fim, o financiamento imobiliário do Safra se destina a imóveis novos e usados para fins residenciais, algo que é um pouco diferente da prática do Banco de Brasília. 

Financiamento Imobiliário Banco de Brasília

Como bem falamos antes, o financiamento imobiliário do Safra é exclusivo para imóveis residenciais, enquanto que, no Banco de Brasília, você também pode financiar imóveis comerciais.

Dessa forma, o crédito do BRB permite a compra da casa nova ou, então, a compra de imóveis para abrir um comércio. Além disso, você pode escolher entre imóveis novos e usados.

Em suma, o BRB oferece uma linha de crédito imobiliário com juros um pouco menores que as do Safra, confira:

  • Taxa de juros pela poupança: nesse caso, a taxa fixa é de 2,95% a.a. + remuneração da caderneta. O BRB não informa se há um teto para a cobrança da remuneração, mas podemos imaginar que sim. Afinal, a taxa poderia ficar muito cara em tempos de taxa Selic alta, como agora;
  • Taxa de juros pela TR: aqui, o banco cobra a taxa fixa de 7,50% a.a. + a TR, que está zerada a algum tempo.

No entanto, o BRB tem limite disponível para financiar o imóvel é um pouco menor, com percentual de 80%.

E, para esse montante, você tem prazo de até 420 meses para pagar, com possibilidade de ativar 6 meses de carência no início do contrato. Nesse período, você paga apenas as taxas de juros e os prêmios dos seguros obrigatórios. Para imóveis comerciais, o prazo diminui para 180 meses.

Ademais, vale lembrar que, no BRB, você pode usar o FGTS para dar de entrada ou, então, amortizar parte da dívida.

Quais as vantagens do crédito do Safra?

Então, depois que conhecemos o financiamento imobiliário do Safra e comparamos com o do Banco de Brasília, podemos passar para a próxima etapa: saber o que cada um oferece de melhor!

Portanto, conheça agora as vantagens do crédito imobiliário do Safra, a seguir.

  • Permite financiar os custos com escrituração e impostos;
  • Prazo de 30 anos para pagar;
  • No SFH você pode usar o FGTS como entrada ou para quitar parte da dívida, por exemplo;
  • Permite financiar até 85% do imóvel;
  • Parcelas decrescentes ao longo do tempo para que fique mais fácil para você pagar;
  • Banco com tradição de 160 anos, oferecendo tradição e confiança;
  • Taxa de juros dentro da média do mercado, com percentual de 8,29% a.a.

Quais as vantagens do crédito do Banco de Brasília? 

Assim como o financiamento imobiliário do Banco Safra, o do Banco de Brasília também tem pontos positivos que não podemos deixar de mencionar.

Nesse sentido, confira quais são as vantagens mais interessantes desta linha de crédito, a seguir.

  • Financia imóveis residenciais e comerciais;
  • Prazo alongado de 35 anos para pagar (residenciais);
  • Juros baixos, com TR + 7,50% a.a.;
  • Permite enviar proposta online para que você tenha mais praticidade no processo;
  • Percentual financiado chega a 80% do valor do imóvel;
  • Pode usar o fundo de garantia para liquidar parte da dívida ou como valor de entrada.

Quais as desvantagens do Financiamento Imobiliário Safra?

Mas, como nem tudo é perfeito, tanto o financiamento imobiliário Safra quanto o do Banco de Brasília possuem algumas desvantagens.

Assim sendo, começando pelo Safra, podemos destacar alguns pontos negativos como:

  • Processo de adesão 100% presencial, desse modo, você precisa ir até a agência para conhecer todas as condições do empréstimo;
  • Taxa de juros ligeiramente maior do que a do BRB;
  • Financia somente imóveis com custo superior a R$300 mil;
  • Função de pula parcelas ou pula mês não está disponível.

Quais as desvantagens do Financiamento Imobiliário Banco de Brasília?

Pois bem, quando o assunto são as desvantagens de cada financiamento imobiliário, o Banco de Brasília, da mesma forma que o Safra, não passa ileso.

Desse modo, confira os principais pontos negativos do crédito do BRB:

  • Apesar da proposta ser enviada online, ainda não é possível concluir todo o processo de solicitação de crédito dessa maneira;
  • Financiamento de 80% do valor do imóvel é um pouco menor do que no Safra, que chega a 85%;
  • Falta informações sobre o teto da taxa de juros regulada pela poupança. Assim sendo, o cliente fica sem saber qual o valor exato.

Financiamento Imobiliário Safra ou Financiamento Imobiliário Banco de Brasília: qual escolher?

Depois que passamos por todos os pontos positivos e negativos dos dois créditos, você pode escolher com mais tranquilidade qual o ideal para a compra da casa própria.

Mas, se ainda está meio perdido entre o financiamento imobiliário Safra e o do Banco de Brasília, temos uma dica.

Para escolher entre um e outro, faça a simulação de crédito nos dois bancos. Desse modo, você informa o valor do imóvel e prazo de pagamento e, depois, recebe o relatório com a proposta do banco. 

Ao fazer isso, você conhece o Custo Efetivo Total de cada crédito e pode escolher o que tiver as melhores condições.

Por fim, você também pode aproveitar para conhecer outros tipos de crédito imobiliário antes de escolher qual aderir. Nesse sentido, sugerimos que confira como funcionam os créditos da CrediPronto e da Credihome. Veja mais informações em seguida.

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